Na sombra do cajueiro.

No balanço da rede o tempo descansa.

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Tudo tá tão descartável,
os livros de Direito se tornam ultrapassados,
os discos de Bossa se tornam obsoletos,
o copo de plástico de um gole vai ao lixo,
o abraço é desfeito.

Tá um desperdício viver!

Creio que só a um jeito,
reciclar o que não pode ser perder.

Ouça: lembre-se de outrora,
a solidão nos perde e o amor nos transforma.

domingo, 6 de dezembro de 2009

O dia passa,
tudo de repente acontece,
a todo instante tudo muda,
mas para que a gente também mude,
não se pode emudecer.