Na sombra do cajueiro.

No balanço da rede o tempo descansa.

domingo, 21 de novembro de 2010

Poema do Boêmio.

A vida feita em verso
se faz poesia.

O tédio esculpido nos dias,
o resto de rum,
o vício, a caderneta,
a poesia esquecida.

Naquele instante,
o bêbado perde os trocados e a sorte.

O verso inacabado,
É a hora da morte.


Uma notícia de jornal: Velho embriagado sucumbe em mesa de bar na zona norte, enfarte fulminante.

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

A minha terra tem um gosto forte de passado, e um cheiro doce de laranjeira.

Dá saudade.