A vida feita em verso
se faz poesia.
O tédio esculpido nos dias,
o resto de rum,
o vício, a caderneta,
a poesia esquecida.
Naquele instante,
o bêbado perde os trocados e a sorte.
O verso inacabado,
É a hora da morte.
Uma notícia de jornal: Velho embriagado sucumbe em mesa de bar na zona norte, enfarte fulminante.