Na sombra do cajueiro.

No balanço da rede o tempo descansa.

sábado, 15 de agosto de 2015

Manhã de sábado

Engraçado que com o tempo, as pessoas vão se escapulindo de nossas vidas. E nós da vida de tantas outras. Não por maldade, desamor ou desdém, mas porque a vida é assim mesmo, escorregadia, cheia de asas e de passarinhos, cheia de vai e vem. 
A vida leva, a vida traz, mas por ser tão generosa, a vida também deixa, deixa a lembrança. Lembra-se dos amigos de infância, de balada, de confidência, de estudo, de estágio, de dar trabalho... Amigos que voaram e que de quando em vez pousam na linha do tempo das redes sociais, então se tem notícia dos vôos, e silenciosamente, a gente se sente perto. Como nessa manhã de sábado. 

sábado, 13 de junho de 2015

Poeminha Enamorado

Amar é uma inquietude constante,
 uma calmaria presente.
 Amar é uma cafonice, uma sandice. Um desliga você primeiro. 
É ser da Bossa e ter que ouvir sertanejo. 
O amor é essa sutileza, essa leveza, essa ins'piração! 
Zé, obrigada por tirar meus pés do chão!