Na sombra do cajueiro.

No balanço da rede o tempo descansa.

sábado, 15 de agosto de 2015

Manhã de sábado

Engraçado que com o tempo, as pessoas vão se escapulindo de nossas vidas. E nós da vida de tantas outras. Não por maldade, desamor ou desdém, mas porque a vida é assim mesmo, escorregadia, cheia de asas e de passarinhos, cheia de vai e vem. 
A vida leva, a vida traz, mas por ser tão generosa, a vida também deixa, deixa a lembrança. Lembra-se dos amigos de infância, de balada, de confidência, de estudo, de estágio, de dar trabalho... Amigos que voaram e que de quando em vez pousam na linha do tempo das redes sociais, então se tem notícia dos vôos, e silenciosamente, a gente se sente perto. Como nessa manhã de sábado.