Na sombra do cajueiro.

No balanço da rede o tempo descansa.

quinta-feira, 19 de junho de 2008

Campo Minado



Caminhas.

Sigo.
Enlaço-me em teu passo corrido.

Apresso-me.
Em vielas me perco.

Perco sentido!
Mas meu peito te leva comigo,

E sigo.










No compasso do teu samba me embaraço,
E fico bamba.
Olhos meus não te perdem de vista,
Pareço criança com essa pertinente cobiça
Vejo teus lábios, mordo a isca.








Invado teu campo minado,
Arrisco meus trocados, e minha sorte
Quem trouxe minha virtude foi meu pecado,
Vida sem ti é morte,
Enfeitiçar-me foi um mal bocado,
Terás a mim por todo lado,
Pois é seguindo teu passo que tenho norte!

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