Podem até tirar o Amor de mim,
mas nunca o Amor em mim.
Na sombra do cajueiro.
No balanço da rede o tempo descansa.
domingo, 30 de novembro de 2008
sexta-feira, 14 de novembro de 2008
E ele perguntou:
onde vives?
E ela respondeu:
Na poesia,
no florescer dos ipês em setembro,
no fervoroso sol do meio-dia,
no tempo quente da fervenTeresina,
e hoje no mês de novembro.
Vivo em muito coisa, e morro de tantas outras também.
Vivo em tatos, sabores, sons, e cores.
E neste segundo, eu morro de amores.
onde vives?
E ela respondeu:
Na poesia,
no florescer dos ipês em setembro,
no fervoroso sol do meio-dia,
no tempo quente da fervenTeresina,
e hoje no mês de novembro.
Vivo em muito coisa, e morro de tantas outras também.
Vivo em tatos, sabores, sons, e cores.
E neste segundo, eu morro de amores.
quarta-feira, 12 de novembro de 2008
quarta-feira, 5 de novembro de 2008
Nada, dentro-fora, zero a zero.

Nada mais delicioso que reconhecer um Grande Amor.
No entanto, há um grave problema,
Chegada a Hora da Separação
[Quando ela chega]
A Boca sente falta,
não há nada que mate a sede,
não ouvimos quando nos pedem calma,
porque não há nada igual a ele.
Só seu corpo consegue afagar minh'alma.
E essa é a Dor mais amarga de quem perde o Grande Amor nessa Pasárgada.
domingo, 2 de novembro de 2008
Dor'minguo II
Manhã de Domingo,
uma canção Flash Back,
boêmios ainda dormindo,
operários sonhos construindo.
E eu perdida no labirinto que me leva a ti.
Dor'minguo.
Tédio. Nada pra fazer.
Nada faz sentido.
Por onde andas, meu querido?
uma canção Flash Back,
boêmios ainda dormindo,
operários sonhos construindo.
E eu perdida no labirinto que me leva a ti.
Dor'minguo.
Tédio. Nada pra fazer.
Nada faz sentido.
Por onde andas, meu querido?
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