Na sombra do cajueiro.

No balanço da rede o tempo descansa.

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

E ele perguntou:

onde vives?


E ela respondeu:



Na poesia,

no florescer dos ipês em setembro,

no fervoroso sol do meio-dia,

no tempo quente da fervenTeresina,

e hoje no mês de novembro.

Vivo em muito coisa, e morro de tantas outras também.
Vivo em tatos, sabores, sons, e cores.


E neste segundo, eu morro de amores.

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