Na sombra do cajueiro.

No balanço da rede o tempo descansa.

sábado, 18 de abril de 2009

Recado de D. Saudade.

A Poesia espiou-me pelo trinco da porta,
ao perceber, convidei que entrasse,
e ofereci café com bolachas,
Ela disse logo que não se estenderia,
que de longe trazia um recado,
que assim dizia:

"Não faça de tuas lembranças o reino de tua felicidade,
se o presente não for virtuoso,
não será comigo que terás tranquilidade!

Com afeto e zelo,

D. Saudade."

4 comentários:

Anônimo disse...

ela disse a verdade ...

Lina Bona disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Lina Bona disse...

D. Saudade chega sem pedir licença, tem vontade própria!

eueoutrasdemim disse...

ela não queria fazer isso, mas saltou dos olhos e rolou escadia a baixo... chega de saudade.!?
beijos