Na sombra do cajueiro.

No balanço da rede o tempo descansa.

sexta-feira, 1 de maio de 2009

A fome na seca e na inundação.


A casa caiu,

a chuva escorreu,

o riu subiu,

e a gente pobre, meu Deus,

está sem um vil,

sem esperança,

sem benegripe, sem feijão nem doril.

Um comentário:

Anônimo disse...

Triste, e real ... e belo, desesperadamente ...