Na sombra do cajueiro.

No balanço da rede o tempo descansa.

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Ao meu Amor

Não quero mais te falar das mesmas lamurias,
nem quero fazer a mesma reclamação,
se neste instante se pronuncia a separação,
vou sair pelas ruas,
tentando me acostumar com a solidão.

Se te disse até logo,
eu, sinceramente, não queria ir,
foi uma grande simulação,
mas guarde um beijo meu debaixo do teu travesseiro,
e guarde os teus segredos para a hora da reconciliação,
pois quando se vai sem que se queira,
o tempo assenta a poeira e a sofreguidão,
e o gosto do beijo na boca não finda,
já será mulher a moça que tu deixastes menina,
amadurecida á tua paixão.




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