Na sombra do cajueiro.

No balanço da rede o tempo descansa.

terça-feira, 2 de março de 2010

Eu ainda me surpreendo com tanta coisa!
Por que o bicho-homem anda assim tão egocêntrico?
Até quando se há amor, cada um quer mostrar que é mais sincero, mais bonito, mais compreensivo...
Depois que li Ame e Dê Vexame fiquei com uma idéia de auto-suficiência alarmante... Roberto Freire é bem contundente ao afirmar "Porque eu te amo, tu não precisas de mim. Porque tu me amas, eu não preciso de ti. No amor, jamais nos deixamos de completar. Somos, um para o outro, deliciosamente desnecessários."
É bonito de ler e de se pensar, viramos super-heróis, donos de si...
Mas creio que isso era um escape do próprio Roberto, que quis se manter forte e liberto diante do medo do Amor, do medo da Perda, do medo da Solidão...
Melhor pensar assim, melhor pensar que não precisamos de nada além da gente...
Mas no fundo, lá no fundo, na prática a teoria é outra...
Que saudades de ti, meu desejo, eu não queria.... mas eu preciso!

Um comentário:

Anônimo disse...

é ... na verdade, näo sei, disso näo entendo bem ...! Näo mesmo.