Na sombra do cajueiro.

No balanço da rede o tempo descansa.

terça-feira, 17 de julho de 2012


Só depois de muito percebi,Como se precisa de tão pouco. E que o muito pode ser tão pouco,E que o pouco pode ser tanto!E que a redundância não é ridícula! É o coração que valora, sinestesica'mente.Não, não são os olhos, os olhos só vêm o que se mostra.E o que se mostra nem sempre é o que é. E todo mundo sabe disso. E ignora.
Então, é com verborragia destas palavras que a literatura contemporânea chamou de Poesia, que a realidade borboleteia.  Realidade que os olhos não vêem, a Poesia sente.
E a Poesia é justamente o muito em tão pouco. E, diante do exposto, conclui-se:Os melhores momentos são ordinários,Aqueles mais banais,Da rotina nossa de cada dia.  E essa descoberta nunca é tardia.  
Desvendei e compartilhei. 

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