Na sombra do cajueiro.

No balanço da rede o tempo descansa.

quinta-feira, 21 de junho de 2007

Assim, assado.



Dias. Nos dizeres de Secos & Molhados Assim, e assados.


Dias assim, assado.


E o tempo passando, e tarde esquentando, e o sábado.


Sábado que ainda não veio, e os dias vão passando sem muitos horários.


O tempo livre, as horas soltas, o infindo intervalo.


E o futuro se confundido com o passado, em tempo presente, tempo gerúndio a escrever este recado. Escrevendo.


Pass'ando.


E assim as horas se encaixam, a espreita, a espera de um qualquer desses sábados, onde o instante é o momento exato.





Pois sim, pois não.





Alguém tem outra solução?

Tudo vale, até feijão requentado.

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