Na sombra do cajueiro.

No balanço da rede o tempo descansa.

terça-feira, 26 de junho de 2007


A poesia pronta me convida ao deleite,
Ali na porta de casa, onde o menino picolé, troca sorvetes por garrafas vazias.
Convite.
Rebentos meus pairando sob a cena da poesia pronta,
Sob o descaso dos apressados passos, que sempre estão a ir e vir, sem se dar conta da poesia pronta que o olhar pode trazer.
Olhar descuidado, sem pressa, sem
horário.
Olhar que pousa no cenário das trivialidades, e se surpreende com cada novo encontro da poesia com o cotidiano.

Hoje, eis que apareceu um arco-íris no meu quarto, ah, graças a Deus que tenho um olhar descuidado, e uma cam que tira re'tratos, rs!

3 comentários:

Sanka disse...

andando por aí caí aqui. grata queda. belo blog.
abraço!!!

Unknown disse...

palavras que vieram ao mundo e o mundo que veio às palavras.

ana disse...

cor cor
furtacor