Na sombra do cajueiro.

No balanço da rede o tempo descansa.

sexta-feira, 7 de setembro de 2007

Con'fundir a solidão com o porvir


Minha solidão se distrai com o cair da alvorada,
Notívagos cambaleiam pela estrada,
Ouvem-se sussurros, devaneios, poesias enamoradas.
Há quem vá ao emprego, ou a caminhada,
E cá continuo eu, a não esperar mais nada,
Frio o café reflete minha face, minha alma
O relógio na parede jaz sua ultima embalada,
O bilhete não veio.
Tudo se com’funde com a madrugada passada.


8 set o7

Bárbara

Um comentário:

Unknown disse...

"poesias enamoradas" não se ouvem mais, isso eu garanto.