Na sombra do cajueiro.
No balanço da rede o tempo descansa.
sexta-feira, 4 de janeiro de 2008
Out friagem In candente
Céus.
Frio o tempo desabando em águas que es’correm pelos córregos e lajedos.
Telhas.
Quente o corpo desabando em suores que es’correm pelas curvas e desejos.
Meu amante-confidente-abrigo, tu és o meu afrodisíaco!
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