
Cesária entoa uma canção de triste noite, embalada pelas ondas verdes do (a)mar, que em dia claro brilhante revivo, revivo como se no momento exato da Poesia eu estivesse lá!
Coqueiros se agitam ao alto da serra branca, serra de areias finas, serra que desbravo desde menina, só para chegar ao topo e me deliciar com a sinfonia da maré que desponta!
É doce viver no Mar!
Ele se foi a afogar, cochilou no calo de Yemanjá, dele não soube mais notícias, infeliz pesar!
E cá fico eu a degustar Évora, as dunas, as águas cálidas,
E eu fico a degustar Saudade.
Um misto de memória querida com plenitude de uma deliciosa e efêmera realidade.
Instante borbulhante’mente poético que te trouxe para mim!
Pensamento constante, Oh mar, A(h!)MAR sem fim!
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