Na sombra do cajueiro.

No balanço da rede o tempo descansa.

sexta-feira, 11 de abril de 2008

Vai que eu vou!

Pisco o olho,

E tudo transmuda,

Tempos outros, instante outro,

Exato inexato instante corrente

Correndo, semeando,

Corrente, rente.

Semente ao tempo levado,

Brotando ao espaço o desmembramento,

Tudo em nada virando tudo

Conexões de moléculas em formas outras, força do pensamento.

Deixo o corpo ir e reinventar seu mundo,

Vai que o dia está pra Aurora,

Vai que eu vou,

E agora é hora.

Vai que vou,

E tudo melhora.

Acomodar-se é assinar a sentença da existência tediosa.

Um comentário:

Anônimo disse...

CON'FUSÃO


estava, estive, estou
num estante
num'a estante
distante
pensante
errante
bastante

ontem,hoje,amanha
ultima'mente
como sempre
mesma'mente

não tem nada de t'v
onde só se v
assim como v'oce
v'i'v'a

se há um segredo na vida
sei nenhum
tal'vez
sua vez

ninguém
sem alguém
tal'vez
alguém
alguém
tal'vez
alguém
sua vez
....
ninguém
porém
alguém


minguem
ninem

eu,voçe,nós
praça
de graça
sem graça
toda graça
....
perdeu a graça
graças!!

dis'torções

tudo parece perdido em con'fusões