Na sombra do cajueiro.
No balanço da rede o tempo descansa.
quarta-feira, 13 de agosto de 2008
Telefonema
Desperta-me o sono,
me tira do sonho,
contigo.
Agora tens por devido,
dá a minha realidade,
todo o teu lirismo.
Juro que não é capricho,
és por demais bem quisto!
Um comentário:
Rosa Magalhães
disse...
Bom vir aqui, beber tua poesia... até a raspa! Bjo.
www.odamae.zip.net
15 de agosto de 2008 às 04:31
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Bom vir aqui, beber tua poesia... até a raspa! Bjo.
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