Na sombra do cajueiro.
No balanço da rede o tempo descansa.
sábado, 27 de setembro de 2008
Os notíciários se abastecem com tantos acontecimentos em terra que o novo causa comoção e espanto.
Se bem que não é nada tão novo assim, aliás de jeito nenhum.
Velhas políticas, velhas rivalidades, velhas chacotas.
De novo só mesmo a tecnologia de ponta dos carros de som, que incomodam, incomodam, incomodam muita gente.
Gente que não tá muito ai, como não acontece nada de novo, nem de velho, o furdunço co'move a cidade.
Ah, nem vou mais aqui me munir de críticas ao coronelismo e a politicagem sórdida da terrinha, deixa disso, deixa que o povo se diverte.
Pelo menos há um motivo para inquietar o que cansa de tanto repouso.
Deixa o trioelétrico passar cantando coisas... coisas de que mesmo?
Daqui da nova capital eu só sei do que ouço falar, e do que nos portais eu leio.
Haveria verdade no fato ou na fantasia?
Quem com a verdade se importaria?
Deixa disso, deixa que o povo se diverte.
Os notíciários se abastecem com tantos acontecimentos em terra que o novo causa comoção e espanto.
Se bem que não é nada tão novo assim, aliás de jeito nenhum.
Velhas políticas, velhas rivalidades, velhas chacotas.
De novo só mesmo a tecnologia de ponta dos carros de som, que incomodam, incomodam, incomodam muita gente.
Gente que não tá muito ai, como não acontece nada de novo, nem de velho, o furdunço co'move a cidade.
Ah, nem vou mais aqui me munir de críticas ao coronelismo e a politicagem sórdida da terrinha, deixa disso, deixa que o povo se diverte.
Pelo menos há um motivo para inquietar o que cansa de tanto repouso.
Deixa o trioelétrico passar cantando coisas... coisas de que mesmo?
Daqui da nova capital eu só sei do que ouço falar, e do que nos portais eu leio.
Haveria verdade no fato ou na fantasia?
Quem com a verdade se importaria?
Deixa disso, deixa que o povo se diverte.
sexta-feira, 26 de setembro de 2008
Cantarolar das colegiais

De minha janela ouço o soar da sirene,
não sei se sempre há aula de recriação para os discentes do ensino médio.
Risos, gritos, balbúrdia a todo tempo.
Quem haverá de entender os novos públicos escolares regimentos?
Última sirene, fim de aula.
Lá se vão as meninas cantarolando...
Há mesmo felicidade para tanto?
Sei não, é a tal modernidade do ensino...
sábado, 20 de setembro de 2008
Enlace.

Ser para o outro mais do que é para consigo,
ter no outro um abrigo,
ser do outro o sentido.
Ter na vida o encontrado e o perdido.
O que quero senão estar contigo?
Ora, que tu me queiras sem “deixa disso”!
Ora, que tu me queiras sem “deixa disso”!
Que teu olhar cada vez mais se hipnotize
com os nossos sórdidos resquícios.
Quantos delírios!
E que nossa sede nunca se satisfaça,
e que teus braços continuem a ser a fita que me enlaça!
segunda-feira, 1 de setembro de 2008
“Nada se cria, nada se perde, tudo se transforma”
Com o fim de um grande amor,
Avivou-se minha fé no espiritismo,
Há sim vida pós-morte,
Nada acontece sem sentido,
E somos nós que tecemos nossa sorte.
Mais um dia se arrasta como um martírio,
Parece que perdi o norte,
Só não posso perder o equilíbrio,
Não será de dor, mas de agrado,
A lembrança que levarei comigo.
“Nada se cria, nada se perde, tudo se transforma”
É assim a natureza.
Avivou-se minha fé no espiritismo,
Há sim vida pós-morte,
Nada acontece sem sentido,
E somos nós que tecemos nossa sorte.
Mais um dia se arrasta como um martírio,
Parece que perdi o norte,
Só não posso perder o equilíbrio,
Não será de dor, mas de agrado,
A lembrança que levarei comigo.
“Nada se cria, nada se perde, tudo se transforma”
É assim a natureza.
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