Na sombra do cajueiro.
No balanço da rede o tempo descansa.
sábado, 27 de setembro de 2008
Os notíciários se abastecem com tantos acontecimentos em terra que o novo causa comoção e espanto.
Se bem que não é nada tão novo assim, aliás de jeito nenhum.
Velhas políticas, velhas rivalidades, velhas chacotas.
De novo só mesmo a tecnologia de ponta dos carros de som, que incomodam, incomodam, incomodam muita gente.
Gente que não tá muito ai, como não acontece nada de novo, nem de velho, o furdunço co'move a cidade.
Ah, nem vou mais aqui me munir de críticas ao coronelismo e a politicagem sórdida da terrinha, deixa disso, deixa que o povo se diverte.
Pelo menos há um motivo para inquietar o que cansa de tanto repouso.
Deixa o trioelétrico passar cantando coisas... coisas de que mesmo?
Daqui da nova capital eu só sei do que ouço falar, e do que nos portais eu leio.
Haveria verdade no fato ou na fantasia?
Quem com a verdade se importaria?
Deixa disso, deixa que o povo se diverte.
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2 comentários:
Sarcasmo
Melhor o sarcasmo mesmo..
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