Na sombra do cajueiro.

No balanço da rede o tempo descansa.

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

À Ti.

Se continuo viva,
é porque a Saudade arde, adoece, enlouquece,
mas não mata.

Um comentário:

Anônimo disse...

sorte nossa que não mata, hein babi?

mas... será mesmo sorte?

te amo

ass: Flávio R. Alencar