Na sombra do cajueiro.
No balanço da rede o tempo descansa.
domingo, 15 de março de 2009
Quando a escuridão dos olhos cerrados é sentida,
revalam-se as coisas perdidas que o coração guarda,
lembranças do passado, noites mal dormidas,
ouve-se o tempo e o presságio,
reinventam-se as facetas da vida.
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