Na sombra do cajueiro.

No balanço da rede o tempo descansa.

quinta-feira, 5 de março de 2009

Tempo: sem freio nem aceler'ação.

Acalma-te, menina,
que tu te findas, mas o mundo não!




Se o hoje pudesse ser amanhã, o amanhã ontem, e ontem hoje, não haveria essa de tempo.

E contra o tempo não há freio, nem aceleração.

Pra que ter medo da perda se a maior delas nos é tão certeza?!

Acalma-te, deixa a alma pousar no corpo, e o corpo há de seguir as rotas do mundo, sempre no mesmo espaço de tempo.

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