Na sombra do cajueiro.
No balanço da rede o tempo descansa.
quarta-feira, 22 de abril de 2009
Res'pire a manhã que desperta e a serenidade do velho que vende picocas,
ex'pire as cansativas esperas, as noites mal dormidas e as longas tristes horas,
ins'pire as telas do artista que vende sua arte na porta do banco Real.
e por fim, pire.
Um comentário:
Cynthia Osório
disse...
Boa dica, em forma de poesia!
Adorei as tuas letras.
16 de maio de 2009 às 15:18
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Boa dica, em forma de poesia!
Adorei as tuas letras.
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