O silêncio da madrugada invade a casa, pela janela. Suspiro devagar quase em devaneio, teria sido o álcool, a madrugada imponente ou a crise passional, poderia ser qualquer coisa que causa a insanidade de agora, Amanhecerá em breve, o sol invadirá a casa sem silêncio e com a mesma crise passional, uma hora, pela manhã ou quiçá a tarde ou só próxima semana, ou próximo mês mesmo, ou nem próximo ano tudo mudará.
Devagar vou vagando pelo tempo, nesse instante,nessa noite que se extende até a grimpa dos galos.
2 comentários:
esse ressaca de amar insone, insa-mente da-nos um dia aurora em alforria... amo!
amo.idem.ibidem.
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