Na sombra do cajueiro.

No balanço da rede o tempo descansa.

sábado, 16 de maio de 2009

Madrugada insone... insana.


O silêncio da madrugada invade a casa, pela janela.
Suspiro devagar quase em devaneio,
teria sido o álcool, a madrugada imponente ou a crise passional,
poderia ser qualquer coisa que causa a insanidade de agora,
Amanhecerá em breve, o sol invadirá a casa sem silêncio e com a mesma crise passional,
uma hora, pela manhã ou quiçá a tarde ou só próxima semana, ou próximo mês mesmo, ou nem próximo ano tudo mudará.

Devagar vou vagando pelo tempo, nesse instante,nessa noite que se extende até a grimpa dos galos.

2 comentários:

eueoutrasdemim disse...

esse ressaca de amar insone, insa-mente da-nos um dia aurora em alforria... amo!

Anônimo disse...

amo.idem.ibidem.