Na sombra do cajueiro.

No balanço da rede o tempo descansa.

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Teresina

na tarde
passa
o dia
quente

arde
na terra
inteh a serpente


semente
do sol
do céu
do tempo

desalento
fervente
pungente

emerge
nas cores do fosco
lusco
fusco
a terra
da gente

na beira
da ribeira
de repente

corrente

o tempo para.

e
no banho
de rio
de sol
de céu
fervente
a cidade refresca a mente.

Um comentário:

Unknown disse...

Que texto mas legal! adorei *---*