Na sombra do cajueiro.

No balanço da rede o tempo descansa.

terça-feira, 15 de novembro de 2016

Gosto das tardes serenas, dos livros mansos, de manga verde com sal. Gosto da arte de cheiro doce, da canção piegas e do verso banal. Camarada, a vida é leve, é folha que escapole pela mangueira do quintal, sossegue e deixe pra lá essa problemática existencial.

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