Na sombra do cajueiro.

No balanço da rede o tempo descansa.

terça-feira, 17 de janeiro de 2017

Semeadura

Dentro de mim ele respira, cochila,
E me ins’pira
Dentro de mim sua morada,
E aí percebo que estava predestinada
a ser um dia a sua casa-casulo
Dentro de mim eu arrebento 
Penso, meu Deus, um rebento!
Mal sei cuidar de mim, que aventura! 
E assim, nesse momento, sou vento que germinou semente! Sou semeadura.
Sinto-me, talvez, mais forte, mais segura,
Sou o tempo que cria,
Sou criadora e criatura 
Sou só Ventura de te ter dentro de mim.


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