Na sombra do cajueiro.

No balanço da rede o tempo descansa.

sexta-feira, 22 de junho de 2007

Borboletras de seda vagueiam pela estradinha de terra,
e eu as acompanho, sem medo, sem trela,
então sigo as moscas, e vou até a raspa do tacho,
se não me perco, não me acho!



Desde tenra idade,


aprendi que o importante não é o prazo de validade,


é a coragem, a textura, e a vontade.




Pena que nessa tal globalização, só tem vida, aquele que tem "condição".


É, e eu tento me contentar com o "C'est la vie".






Um comentário:

ana disse...

Pois sim,
para eternidade.