Na sombra do cajueiro.

No balanço da rede o tempo descansa.

segunda-feira, 18 de junho de 2007

Terra da Opala, 3,14auí.

Doura o milharal ao raiar do dia.
O sol por detrás da serra desperta em matutina poesia.
Sol nascente, menino traquino louco pra irradiar.
Afagando o tempo frio, a noite insone, e a infinda cantoria dos notívagos incessantes.
Tudo se tecendo em alvorada.
Renascendo, transbordando, desabrochando em revoada.
Mariposas noturnas fascinadas bailando em volta da luz.
Um manto de clareza encobre a serra, um arco-íris costura o firmamento.
O mesmo tempo sem pressa desaba em contentamento,
Ah, uma real ilusão.
Juro que isso não passou de mera descrição.

2 comentários:

Unknown disse...

eu mero ser... infelizmente não provei desse momento quando por lá estive... mas sei que hei de fazê-lo..
Parabéns pelo blog!

Anônimo disse...

Parabéns pelo poema sobre Pedro II. Tenho um blog que se chama "Terra da Opala" (http://terradaopala.blogspot.com). Essas coisas todas desse Piauí que se esvaem por aí, né?

Ernâni Getirana