Na sombra do cajueiro.

No balanço da rede o tempo descansa.

quinta-feira, 30 de agosto de 2007

Não estamos aqui pra eleger o Preto, nem o Branco, mas o direito de sê-los!

Manifesto não pró, mas também Não contra Tabaco I

O ônibus pára por 5 min, para embargue/desembargue, cinco ou seis passageiros descem, ao invés da vermelha fita no braço, eles tem um cigarro nas mãos. Todos já sabem quem são.
Cinemas, ônibus, salas de justiça, a fumaça era parte fidedigna de todos os cenários, há um pouco mais de duas décadas, mais de 30% dos maiores de 12 anos deixavam o fumo leve fugir pelos dedos, tal qual Florbela.
Alguns por tradição, outros por modinha, outros por hábito, alguns por influência, outros por disposição.
Inícios vários, mas quase sempre com a mesma conclusão: o vício.
Vício, defeito físico e/ou moral, mau hábito inveterado, costume condenável... São coisas estas que os dicionários definem.
Então pergunto, o que é que na vida se faz que não é vicioso?
O que não é prazeroso, talvez.
O excesso, a libido, o doce de coco.... Tudo isso requer uma libertinagem, uma desmoralização, uma animalidade...
Enfim, voltando ao fumo, tabaco, charuto, cigarrilha.... todo mundo sabe seus malefícios, como também conhece os do bacon, das noites insones, da festiva embriaguez...

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