
Os destroços de um sonho ao meio do fora-do-tempo, do espaço.
Destroços de quem fez tantos planos
E de nada adiantou,
O povo pobre inquilino, das terras do coronel dotô,
O riacho com dores, sede, e fome,
Esquecido em terra que tanto fez por onde,
Cospem na nascente de onde brotaram as gerações pioneiras.
Alguém um dia disse que o destino de todo rio brasileiro era morrer, alguém um dia disse quem não ama sua terra não terá onde viver. E eu cá comigo, sem mesmo entender, por que nossa matriarca ribeira, nessas terras sertanejas não pode sobreviver?
Destroços de quem fez tantos planos
E de nada adiantou,
O povo pobre inquilino, das terras do coronel dotô,
O riacho com dores, sede, e fome,
Esquecido em terra que tanto fez por onde,
Cospem na nascente de onde brotaram as gerações pioneiras.
Alguém um dia disse que o destino de todo rio brasileiro era morrer, alguém um dia disse quem não ama sua terra não terá onde viver. E eu cá comigo, sem mesmo entender, por que nossa matriarca ribeira, nessas terras sertanejas não pode sobreviver?
Foto: Tempos bons de cont'artes! Pintamos & bordamos, fizemos renascer...
A arte pulsa nos paredões esquecidos de um riacho morto!
SOS MOCHA, essa luta não pode padecer!
Um comentário:
Como diz Wander Piroli, "os rios morrem de sede"...
escuta, você pode pensar em alguém aí pra falar de preservação ambiental e/ou ecologia pr'eu entrevistar? Me avise ok! Abraços e beijos e línguas!
Postar um comentário