Na sombra do cajueiro.
No balanço da rede o tempo descansa.
terça-feira, 11 de março de 2008
Na juventude os dias parecem terminar.
Exige-se pressa.
Na velhice os dias terminam.
Exige-se calma.
Quem poderia na humanidade confiar?
Ainda bem que para a Alma não há tempo,
Só experimento!
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