Na sombra do cajueiro.

No balanço da rede o tempo descansa.

segunda-feira, 10 de março de 2008

Tempo. Pressa! Pára!


Tempo.
Pressa.
Pára!
Nessa bagunça de idéias, horários, e troços, nada se encontra!
A chave, achei!
Tempo.
Pressa.
Pára!
Nessa bagunça de carrinhos de compra, e rostinhos enfadados, nada se apronta!
10º andar, ainda!
Enfim, chegou.
Um casal discutindo fatos inúteis, dois meninos gordos falando de futebol.
Estacionamento.
Fila.
Tempo.
Pressa.
Pára!
Direita.
Esquerda.
Em frente.
Tempo.
Pressa.
Pára.
A preferencial não é sua.
“Ah, minha vez!”
Tempo.
Pressa.
Pára!
Sinal fechado para desejos, delírios e carros.
Ah!
Que será desse tempo de pressa se ele é retardado?
Tempo.
Pressa.
Acordando às seis dia de sábado.
Chegando às nove pra levar escarro!
Desculpe, doutor, mais esse atraso.

Um comentário:

Anônimo disse...

...a vida acontece enquanto fazemos planos para futuro;
nos resta aproveitar intensamente cada situação, em paz....sempre sempre! :/