Na sombra do cajueiro.

No balanço da rede o tempo descansa.

quarta-feira, 20 de agosto de 2008


Essa de amor adoece a gente.

Escraviza, liberta, vicia, adormece e desperta.

Inquieta e tranquiliza.

Mais forte que aguardente,

uma golada e a gente sus'pira.

Deixa tudo dormente.

a Dor mente.

O amor não desgruda.

E mesmo doente

o pulso pulsa,

e a gente sente.

Um comentário:

Anônimo disse...

é, e não tem como não sentir. E às vezes é esse desespero, essa doença que nos faz sentir a vida né? Quase sempre! Saudade linda! Um beijo!