Na sombra do cajueiro.

No balanço da rede o tempo descansa.

sábado, 9 de agosto de 2008


Semeei girassóis






























onde só se depositavam cacos de vidro,







o














Vidro reluz o sol,































e gira o tempo,


















mas não floresce.















Enganei-me.
Nem tudo que brilha, aquece.




Não, não se deslumbrem!
Não vão pelos olhos,

















tampouco pelos perfumes,










Não há sabor, o cheiro é dissimulado, e as verdades não se retratam.
Vidros insípidos como a água,
Mas ao contrario dela, desidratam.










Eu quero é água de beber, e não o vazio do vidro,
e não a lembrança de um velho retrato!


PERMITA-SE!

Um comentário:

Anônimo disse...

Nice blog. Thats all.