Semeei girassóis

onde só se depositavam cacos de vidro,
oVidro reluz o sol,

e gira o tempo,

mas não floresce.

Enganei-me.
Nem tudo que brilha, aquece.

Não, não se deslumbrem!
Não vão pelos olhos,
tampouco pelos perfumes,

Não há sabor, o cheiro é dissimulado, e as verdades não se retratam.
Vidros insípidos como a água,
Mas ao contrario dela, desidratam.

Eu quero é água de beber, e não o vazio do vidro,
e não a lembrança de um velho retrato!
PERMITA-SE!
Um comentário:
Nice blog. Thats all.
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