Na sombra do cajueiro.

No balanço da rede o tempo descansa.

quinta-feira, 9 de agosto de 2007

Nosso tempo é o Agora!


Os destroços de um sonho ao meio do fora-do-tempo, do espaço.
Destroços de quem fez tantos planos
E de nada adiantou,
O povo pobre inquilino, das terras do coronel dotô,
O riacho com dores, sede, e fome,
Esquecido em terra que tanto fez por onde,
Cospem na nascente de onde brotaram as gerações pioneiras.
Alguém um dia disse que o destino de todo rio brasileiro era morrer, alguém um dia disse quem não ama sua terra não terá onde viver. E eu cá comigo, sem mesmo entender, por que nossa matriarca ribeira, nessas terras sertanejas não pode sobreviver?


Foto: Tempos bons de cont'artes! Pintamos & bordamos, fizemos renascer...

A arte pulsa nos paredões esquecidos de um riacho morto!

SOS MOCHA, essa luta não pode padecer!


Um comentário:

Unknown disse...

Como diz Wander Piroli, "os rios morrem de sede"...
escuta, você pode pensar em alguém aí pra falar de preservação ambiental e/ou ecologia pr'eu entrevistar? Me avise ok! Abraços e beijos e línguas!