Na sombra do cajueiro.

No balanço da rede o tempo descansa.

terça-feira, 4 de dezembro de 2007

Antídoto


Uma sede, uma ansiedade,
Meu corpo pede água, pede tempo, pede calma,
Não agüenta mais se alimentar de saudade,
Mas nada que acuda minh’alma,
Morto está meu coração
Meu corpo pede o teu corpo,
E não há outra solução.

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