Na sombra do cajueiro.

No balanço da rede o tempo descansa.

quarta-feira, 7 de maio de 2008

Hoje fui dormir toda contente,

[Depois de uma noite insone]

Só porque descobri,

[que tu sejas meu confidente]

O que é mesmo esse tal Amor,

Criatura tão surpreendente!

Desvendei!

É uma con’fusão de sensações iminentes!

Uma hora faz desabar o mundo,

Outra reinventar as gentes,

Não há momento permanente,

Só há uma vontade louca,

De sentir o Amado em minha boca!

Amar é querer.

[Sem egoísmos, sem desenlaços]

Querer ser fruto da tua semente,

Querer ser o caminho do teu passo,

Ser o bailar da tua estrela cadente!

Amar não é, nem deve ser,

É só sentir,

É mais que prazer.

[sem explicações]

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