Na sombra do cajueiro.

No balanço da rede o tempo descansa.

quarta-feira, 21 de maio de 2008

Se hoje meus olhos não choram,
não é por indiferença,
mas por falta de lágrimas,
que tanto já aguaram minha vida,
que tanto já lavaram minha alma,
que tanto já revelaram alegrias.


Assim como as lágrimas,
foi-se meu medo.

E hoje não me olho mais no espelho.

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