Na sombra do cajueiro.

No balanço da rede o tempo descansa.

sexta-feira, 26 de outubro de 2007

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querida, por sentir tanto da ferina hipocridia na pele é que hoje vivo tão recolhida, vejo as lírios da minha sacada, assim como as moçaendras que balaçam e as goiabeiras que frutificam! cá estou esperando-a pra aquele café! abraço querida, por sentir tanto da ferina hipocridia na pele é que hoje vivo tão recolhida, vejo as lírios da minha sacada, assim como as moçaendras que balaçam e as goiabeiras que frutificam! cá estou esperando-a pra aquele café! abraço

P.A

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E então, depois de tantas e outras, a gente vai aprendendo a se re'colher, a se internar dentro de si...Você é como os lírios, maçoendras, e goiabeiras (nossos filhos brotarão da goiabeira do quintal!), você é parte deles, reflete neles, eles te compreendem, acompanham, oram, e silenciam, recolha-os.

Devemos aprender o silêncio sábio dos lírios, maçoendras, e goiabeiras, porque nossas bocas sempre dizem a mais do que as outras bocas disseram... Para não comenter o risco-vício do excesso, guarde a inteireza das palavras alheias.

Compreeender, acompanhar, orar e silenciar.

A.B

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