Na sombra do cajueiro.

No balanço da rede o tempo descansa.

quarta-feira, 31 de outubro de 2007

Cá espero um bem-querer que ainda não veio,
Uma pele, um pulso célere, quiçá um beijo...
Ah, não quero um amor para vivê-lo,
Mas para sê-lo,
Viver?
Já vivo sem ele,
Ser?
Não sou sem tê-lo,
Que a inquietação do amor brote em meu peito,
E que o apego se desapegue,
Para que eu não negue o direito do amor ser ele mesmo.

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