Na sombra do cajueiro.

No balanço da rede o tempo descansa.

segunda-feira, 22 de outubro de 2007


Seu Juvenal lá da fazenda Ipiranga
Que toma o leite de sua vaca, e come a tapioca que planta
É muito mais humano
Do que essa gente da cidade grande, que nem com os próprios pés anda!
Que não sabe de onde vem a roupa que veste, nem a cachaça que bebe, nem quem é mesmo que manda!
Cada qual estar para si, e para o mundo, nos é dada uma sorte, e uma missão,
É preciso por magia, ternura, e bondade ao que se vive,
Guiando sua própria condução,
Até porque é tão fácil ser triste,
E pôr-se a mercê de sua condição.


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