Seu Juvenal lá da fazenda Ipiranga Que toma o leite de sua vaca, e come a tapioca que planta É muito mais humano Do que essa gente da cidade grande, que nem com os próprios pés anda! Que não sabe de onde vem a roupa que veste, nem a cachaça que bebe, nem quem é mesmo que manda! Cada qual estar para si, e para o mundo, nos é dada uma sorte, e uma missão, É preciso por magia, ternura, e bondade ao que se vive, Guiando sua própria condução, Até porque é tão fácil ser triste, E pôr-se a mercê de sua condição.
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