Na sombra do cajueiro.

No balanço da rede o tempo descansa.

segunda-feira, 12 de maio de 2008

Cada pessoa constrói o seu mundo, o seu universo.

Paralelos pelo corpo, colateral pela alma.

Um ponto. Vários pontos. Lig’ações.

E as pessoas vão por ai se encontrando, se reconhecendo, desvendando a si próprio pelos olhos do outro (seria isso ad’mirar?). Dos outros. Outros que amam, outros que odeiam Outros que nem tanto. Olhos outros. Inquisições.

Enaltece, descrimina-se, acalenta. Aterroriza. Olhos outros têm tantos dons!

Tons, brilhos, acordes... Tantos!

Ah, não sei não.

Que se liguem todos os cosmos, que recriemos as constelações!.

Que se revelem todos os desejos, todas as estrelas, todas as paixões!

Que sejamos não só espelho, como reflexões.

( amados vão,

amados vêem,

lembranças insistem,

saudade fica,

e Amor resiste. )

Um comentário:

Anônimo disse...

Que coisa linda teu blog,menina!Adorei! =)