Na sombra do cajueiro.
No balanço da rede o tempo descansa.
segunda-feira, 28 de julho de 2008
Findam-se os amores,
e resta-se o peito.
Que o amargo da solidão,
não sucumba o desejo!
"... O homem que hoje me amar encontrará outro lá dentro... Pois que o mate!"
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