Na sombra do cajueiro.

No balanço da rede o tempo descansa.

sábado, 3 de novembro de 2007

Passei a tarde lendo versos alheios,
Sentindo a presença da solidão dos poetas,
Sentindo com os olhos os olhares que fizeram pulsar poesia,
Passei a tarde toda nessa correria, nessa con’fusão de su’realidades vividas,
Foi então que dei voz ao que sentia, e me pus a escrever tais versos,
Versos esquecidos dentro de mim,
Versos que li em outros versos,
Poetas e poesias que vão e vêm, ins’piração que não tem fim.

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