Na sombra do cajueiro.

No balanço da rede o tempo descansa.

segunda-feira, 12 de novembro de 2007



Carlos,
Quero a palavra tua que me consulta,
que me resume em mundos, que me substitui em sol.
Quero a palavra tua que silenciou meu grito,
que foi meu abrigo, que deu sentido ao que era só letargia...
Quero o saborear de tua poesia!
Bárbara

Nenhum comentário: