Na sombra do cajueiro.

No balanço da rede o tempo descansa.

sábado, 10 de novembro de 2007

O negro deixou a malícia escorregar pelos lábios,
Não tinha essa de conversa fora, de ponte, ou de atalho,
Chamou a fêmea de lado e disse,
“Nêga, larga de tolice,
E venha se deitar aqui comigo nessa rede,
Vamos desbravar o mundo dentre quatro paredes, essa é nossa sina!”
E fecharam-se as cortinas.

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