Na sombra do cajueiro.

No balanço da rede o tempo descansa.

sexta-feira, 23 de novembro de 2007

Crepúsculo Sertanejo


O sol se deita na imensidão do céu,
Pousa no infinito que nosso olhar alcança,
Desdobra-se em nuanças mil,
Do outro lado a lua desponta, embriagando-me com sua calmaria sutil,
Meu olhar se desata, e fio a fio a imensidão do céu desbrava.
Ah, há imagens que não me fazem dizer nenhuma palavra!

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